Bivar na Corte de Bloomsbury

Bivar na Corte de Bloomsbury

AutorAntonio Bivar

Editora:  A Girafa

Ano:  2005

Conservação da Capa:  Bom Estado

Conservação do MioloBom Estado

ISBN:  9788589876889

Acabamento:  Brochura

Nº de Páginas:  505

Formato:  16 x 23

Idioma:  Português

20% off

De: R$ 30,00

por R$ 24,00

Nota do Messias

A presente obra encontra-se em bom estado de conservação, contém, apenas, algumas manchas amareladas causadas pelo tempo, assinatura à caneta na primeira página, adesivo colado na parte interna da contracapa.

Sinopse

Antonio Bivar é um escritor de formação tipicamente paulistana, mas isso não o impediu - dados os seus antecedentes literários - de mergulhar profundamente na literatura inglesa, em especial na obra de Virginia Woolf, seus contemporâneos e epígonos, e tudo aquilo que com eles se relaciona. O livro tem a forma de diário, e inclui, ao lado de experiências de vida do autor no Brasil, na Inglaterra e em vários outros países, a história de seu envolvimento com a cultura gerada pelo Grupo de Bloomsbury. Essa história começa em 1993, quando Bivar pela primeira vez foi à Escola de Verão em Charleston, na Inglaterra, evento no qual se celebram e se estudam periodicamente as vidas e as obras de pessoas ligadas mais estreitamente a Virginia Woolf. Em relação a esse evento inicial, e aos que a ele se seguiram, Bivar fala das palestras, cursos, workshops, representações teatrais e outras atividades das quais participaram pessoas de formações e orientações as mais diversas; Michel Cunnigham (o festejado autor de As horas), Alain de Botton (conhecido no Brasil por seus livros de divulgação filosófica), Susan Sontag, e Harold Pinter (Prêmio Nobel de Literatura), entre muitos outros. As apreciações de Bivar não se limitam aos eventos e seu conteúdo; estendem-se ao que aconteceu fora deles em sua convivência com os participantes - e aqui talvez estejam algumas das partes mais interessantes do livro. Nessas idas e vindas, somos levados aos lugares mais inesperados; a Ilha de Wight, castelos espalhados pela Europa, museus no Sul da França, a cultura portuguesa. Por último, mas não de menor importância, acompanhamos uma longa e significativa jornada - de ônibus - pela América do Sul; de São Paulo ao Chile, daí ao sul da Argentina, depois ao Uruguai e, por fim de volta a São Paulo. Mesmo quando aparentemente turísticas, as viagens de Bivar são périplos antes de mais nada artísticos, com destaque para a literatura e as artes plásticas. Ao longo de todas essas peregrinações, está sempre presente a cultura brasileira com seus contrastes, problemas e esperanças.