O relato do jornalista brasileiro que foi preso e torturado em plena guerra
Autor: Klester Cavalcanti
Editora: Ver Curiosidades
Ano: 2014
Conservação da Capa: Ótimo Estado
Conservação do Miolo: Ótimo Estado
ISBN: 9788582401224
Edição: 2ª
Acabamento: Brochura
Nº de Páginas: 285
Formato: 16 x 23
Idioma: Português
Peso: 0,42
Nº de Faixas lado A:
Nº de Faixas lado B:
Ano Lançamento:
Formato:
Peso:
Distribuidora:
ASNI:
Nº de Faixas:
Coleção:
Box:
Região:
Idioma:
Duração:
Recomendação:
Cor:
Diretor:
Elenco:
Formato de Tela:
Legenda:
Sistema de Som:
Extras:
Curiosidades: Editora: Benvirá.
Compartilhar:
20% off
De: R$ 20,00
por R$ 16,00
Não constam, no exemplar, marcações à caneta, a lápis ou folhas rasgadas.
O jornalista Klester Cavalcanti saiu de São Paulo, em maio de 2012, com a missão de registrar a realidade da guerra civil na Síria, iniciada em março de 2011. Partiu para Beirute, no Líbano, com toda a documentação em ordem. Tinha o visto sírio, uma lista dos equipamentos que poderia portar, passaporte e um contato esperando-o na cidade de Homs, então epicentro do conflito entre as forças do ditador Bashar al-Assad e os rebeldes do Exército Livre da Síria. Seu plano era entrar em território sírio pela fronteira libanesa e acompanhar por alguns dias a ação dos rebeldes. Mas nada aconteceu como planejado. O jornalista foi preso pelas tropas oficiais, torturado e encarcerado por seis dias numa cela que dividia com mais de 20 detentos. Acostumado a denunciar violações dos Direitos Humanos no Brasil, o jornalista conseguiu fazer seu trabalho no ambiente inóspito da prisão. Naquele microcosmo, estavam os personagens e as histórias que precisava para retratar a guerra civil que acompanhava da cela, ouvindo os tiros e as explosões que vinham das ruas. O resultado é este 'Dias de Inferno na Síria', que apresenta o conflito sírio de uma perspectiva vista de dentro, ao mesmo tempo em que e as vítimas e os algozes da guerra podem ganhar a dimensão humana que faz refletir sobre as diferenças religiosas, de raça e de poder que maltratam o mundo.