Seu Jorge - Cru

Seu Jorge - Cru

Artista / BandaSeu Jorge

Gravadora:  ST2 Records

Ano:  2004

Conservação da Capa:  Ótimo Estado

Conservação do CDÓtimo Estado

Nº de Faixas:  10

20% off

De: R$ 15,00

por R$ 12,00

Musicas:


1. Tive Razão
2. Mania De Peitão
3. Chatterton
4. Fiore De La Citta
5. Bem Querer
6. Don't
7. São Gonça
8. Bola De Meia
9. Una Mujer
10. Eu Sou Favela

Sinopse

Antes de se tornar o Mané Galinha no filme Cidade de Deus, Seu Jorge teve uma intensa experiência pessoal nesse mesmo universo descrito no filme: ele morou nas ruas e aprendeu a tocar violão sozinho, trabalhando nos mais diversos lugares para se manter.
Nos anos 90 inicia-se sua incursão pelo mundo das artes: começa a estudar teatro, conhece pessoas do meio e forma a banda Farofa Carioca no Rio de Janeiro, que logo se destacou e ganhou popularidade. Porém, sentindo que o grupo tomava outros rumos, inicia sua carreira solo e lança seu primeiro álbum: Samba Esporte Fino de 2002, com sucessos como Carolina e Mangueira; ao mesmo tempo, Seu Jorge dava também um grande passo no cinema: sua atuação em Cidade de Deus o colocaria em destaque mundial.
Em 2004, em um período de descanso entre trabalhos no Brasil e no exterior - participa de outros dois filmes de destaque mundial: Casa de Areia de Andrucha Waddington e Life Aquatic de Wes Anderson - Seu Jorge vai à França recarregar suas baterias e grava seu novo álbum solo, Cru, sendo lançado agora no Brasil pela ST2 Records.
Com a arte da capa assinada por Vik Muniz e produção de Gringo da Parada um dos fundadores do famoso Favela Chic em Paris o álbum Cru. Cru tem uma ambientação muito próxima ao unplugged - a bossa e musicalidade presentes no álbum dificilmente se encaixariam em somente uma categoria: estão presentes mostras do samba de raiz como no partido alto de banquinho e violão da faixa Tive Razão (cujo videoclipe foi eleito o melhor do ano na categoria MPB no MVB 2004); um belo pandeiro na marcação da irônica Mania de Peitão, muito romantismo nos versos de Uma Mujer e Fiore e la Cittá; uma releitura quase autoral de Chatterton do francês Serge Gainsbourg e um samba acústico bem cadenciado na consciente Eu sou Favela.